A prevenção da dengue segue sendo prioridade no Brasil, mesmo com a queda de 70% dos casos nos dois primeiros meses de 2025 em comparação ao ano anterior, segundo o Ministério da Saúde. Apesar da melhora em boa parte do país, alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, ainda enfrentam alta nas infecções, reforçando a importância de manter os cuidados contra a doença.
O calor, a umidade e as chuvas criam condições ideais para a multiplicação do Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão da dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Por isso, eliminar focos de água parada em vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas é uma das principais formas de prevenção.
A seguir, reunimos informações essenciais sobre a transmissão da dengue, as formas de controle do Aedes aegypti e como itens como telas de proteção e repelentes podem ajudar a reforçar a prevenção da dengue!
O que é a dengue?
A dengue é uma infecção viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que necessita de sangue para completar seu ciclo de vida.
No Brasil, o primeiro surto de dengue registrado ocorreu entre 1981 e 1982, em Boa Vista (RR). Desde então, a doença passou a ocorrer com frequência, com novas epidemias associadas à introdução de diferentes tipos do vírus ou à mudança do tipo mais comum.
A expansão desordenada das cidades, a falta de saneamento e as condições climáticas, como calor intenso e chuvas, criam o ambiente ideal para o mosquito se multiplicar.
Como ocorre a transmissão da dengue?
O vírus da dengue costuma ser transmitido principalmente pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti que esteja infectada. Embora mais raro, o vírus também pode passar da mãe para o bebê durante a gravidez ou através de transfusão de sangue.
Como evitar focos do mosquito e fortalecer a prevenção da dengue
Eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti é essencial para impedir a transmissão da dengue e de outras doenças.
Confira algumas ações simples que ajudam a manter sua casa e o ambiente ao redor livres do mosquito:
- Guarde de cabeça para baixo garrafas, potes e vasos;
- Descarte garrafas PET e outras embalagens sem uso;
- Coloque areia nos pratos de vasos de planta;
- Guarde pneus em locais cobertos ou descarte em borracharias;
- Amarre bem os sacos de lixo;
- Mantenha a caixa d’água, os tonéis e outros reservatórios de água limpos e bem fechados;
- Não acumule sucata e entulho;
- Limpe bem as calhas de casa e as lajes;
- Instale telas nos ralos e mantenha-os sempre limpos;
- Limpe e seque as bandejas de ar-condicionado e geladeira;
- Elimine a água acumulada nos reservatórios dos purificadores de água e das geladeiras;
- Mantenha em dia a manutenção das piscinas;
- Estique ao máximo as lonas usadas para cobrir objetos, evitando a formação de poças d’água em caso de chuva;
- Receba bem os agentes de saúde e os de endemias.
Vacina contra dengue: uma proteção essencial
Embora não seja a principal forma de controle da doença, a vacina também é uma importante ferramenta de prevenção da dengue.
Devido à oferta limitada, a vacina está disponível no sistema público de saúde apenas para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Pessoas entre 4 e 59 anos também podem ser vacinadas, mas precisam procurar a rede privada.
A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses, sendo indicada para quem já teve ou nunca teve dengue, mas é contraindicada para pessoas com imunidade comprometida, gestantes e lactantes.
Sintomas da dengue e outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti
A dengue, a zika e a chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti, e podem apresentar sintomas parecidos. Dessa forma, ao perceber qualquer sinal dessas doenças, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes para garantir o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.
Sintomas da Dengue
- Febre alta, entre 39ºC e 40ºC;
- Dores de cabeça e/ou atrás dos olhos;
- Fraqueza, cansaço e falta de energia;
- Manchas vermelhas na pele;
- Mal-estar, dor no corpo e falta de apetite.
Sinais de alarme: dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento no nariz ou gengiva, tontura e fadiga extrema
Dengue grave: sangramento intenso, queda de pressão e desmaio, dificuldade para respirar, confusão mental, agitação e desorientação
Sintomas da Zika
- Manchas vermelhas na pele;
- Febre baixa ou ausência de febre;
- Olhos vermelhos (conjuntivite);
- Dores de cabeça, nas articulações e/ou musculares;
- Moleza no corpo (Astenia).
Sintomas da Chikungunya
- Febre alta com duração de 2 a 3 dias;
- Dores intensas nas articulações;
- Dores musculares e nas costas;
- Manchas vermelhas na pele;
- Edema (inchaço) moderado a intenso nas articulações.
Atenção: quem tiver febre alta (entre 39°C e 40°C) surgindo de forma repentina, acompanhada de pelo menos outros dois sintomas (como dor de cabeça, cansaço extremo, dores no corpo, nas articulações ou dor atrás dos olhos), deve buscar atendimento médico imediatamente para receber o tratamento adequado.
O que fazer em caso de suspeita de dengue
Não demore para buscar atendimento
Ao perceber sintomas como febre alta, dor de cabeça, dores no corpo ou manchas na pele, procure imediatamente um serviço de saúde. A demora no atendimento pode agravar a doença e aumentar o risco de hospitalização e até de morte. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento e acompanhar a evolução do quadro.
Não tome remédio por conta própria
Evite a automedicação. Alguns medicamentos comuns para dor ou febre podem piorar o quadro da dengue e aumentar o risco de complicações graves, como hemorragias. Sempre siga as orientações dos profissionais de saúde para garantir um tratamento seguro e eficaz.
Mantenha-se hidratado
Beber bastante água é essencial para quem está com suspeita de dengue. A hidratação adequada ajuda o organismo a se recuperar mais rapidamente e reduz o risco de evolução para formas graves da doença, como a dengue hemorrágica. Além da água, sucos naturais, água de coco e soro de hidratação oral também são recomendados.
Reforce a prevenção da dengue com os repelentes
Mesmo após os primeiros sintomas, é importante continuar se protegendo para evitar novas picadas de mosquito e a transmissão do vírus para outras pessoas. O uso de repelentes ajuda a afastar o Aedes aegypti e bem como complementa as medidas de controle da doença, protegendo você e a sua comunidade.
Reforce a prevenção da dengue com os repelentes Revitart
Como vimos, combater a reprodução do Aedes aegypti é a principal estratégia para frear a dengue. Entretanto, quando falamos em proteção pessoal, repelir o mosquito também ajuda a evitar não só a dengue, mas outras doenças como febre amarela, chikungunya e zika.
Nesse caso, os repelentes aplicados na pele são ótimos aliados: eles criam uma camada de vapor com odor que incomoda o inseto e ajuda a mantê-lo bem longe.

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Nas Farmácias Associadas, você encontra os repelentes da linha Revitart. Dermatologicamente testados, hipoalergênicos, não oleosos, sem álcool e sem DEET na fórmula, eles são eficazes contra o mosquito Aedes aegypti.
Além disso, oferecem proteção repelente por 4 horas após a aplicação e podem ser utilizados por toda a família, inclusive crianças a partir dos 6 meses. Para bebês, recomenda-se apenas a versão em loção, já que a versão em spray não é indicada — embora esta seja hipoalergênica.
E você, o que tem feito para reforçar a prevenção contra a dengue? E a linha de repelentes Revitart, você já conhecia? Compartilhe suas dicas nos comentários e ajude a espalhar boas práticas para combater o mosquito!
* Confira também aqui no blog o post Repelente de insetos: veja como usar repelente do jeito certo.
** Com informações do Ministério da Saúde.